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http://hdl.handle.net/10609/135586
Title: Práticas digitais móveis das pessoas idosas no Brasil: dados e reflexões
Author: Fernández Ardèvol, Mireia
Others: Universitat Oberta de Catalunya. Internet Interdisciplinary Institute (IN3)
Keywords: Brazil
digital policies
old people
digital technologies
Issue Date: Mar-2019
Publisher: Panorama setorial da Internet
Citation: Fernández-Ardèvol, M. [Mireia]. (2019). Práticas digitais móveis das pessoas idosas no Brasil: dados e reflexões. Panorama setorial da Internet, 11 (1)
Published in: Panorama setorial da Internet, 2019, 11 (1)
Also see: https://www.cetic.br/publicacao/ano-xi-n-1-praticas-digitais-moveis-pessoas-idosas/
Abstract: Nossa relação com as tecnologias digitais passa por mudanças no decorrer dos anos, mas isso não se deve apenas ao fato de elas estarem em constante transformação. Os usos que fazemos das tecnologias digitais também se adaptam aos contextos pessoais, interesses próprios, habilidades físicas e digitais (Chirumamilla, 2014). Por esses motivos, as práticas comunicativas digitais de pessoas idosas são diferentes daquelas de gerações mais jovens (Givskov, 2017; Rosales & Fernández-Ardèvol, 2016) e mudam ao longo das etapas da velhice (Fernández-Ardèvol, Sawchuk & Grenier, 2017). No entanto, sabemos muito pouco sobre isso. Em primeiro lugar, o interesse principal da indústria e da academia está voltado para crianças e adolescentes - definidores de grande parte das tendências digitais. Segundo, não há dados sobre a adoção e o uso das tecnologias digitais na velhice avançada, ou os dados sobre tal população não estão suficientemente desagregados (como observado em ITU, 2017). Por meio do trabalho realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), o Brasil se destaca na publicação de dados sobre os usos e a adoção das tecnologias digitais pela populaçã Idosa, sem limite máximo de idade para a coleta de dados. Contudo, os dados agregados se referem a uma única faixa etária: pessoas de 60 anos ou mais. Ao oferecer uma análise desagregada em dois recortes diferenciados - 60 a 74 anos e 75 anos ou mais -, este artigo contribui com uma caracterização mais detalhada dos usos digitais da população idosa. Trata-se de um diagnóstico de especial interesse, uma vez que, por um lado, a exclusão digital aumenta com a idade e, por outro, nossas sociedades estão envelhecendo.
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URI: http://hdl.handle.net/10609/135586
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