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http://hdl.handle.net/10609/135586
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dc.contributor.authorFernández Ardèvol, Mireia-
dc.contributor.otherUniversitat Oberta de Catalunya. Internet Interdisciplinary Institute (IN3)-
dc.date.accessioned2021-11-08T10:59:07Z-
dc.date.available2021-11-08T10:59:07Z-
dc.date.issued2019-03-
dc.identifier.citationFernández-Ardèvol, M. [Mireia]. (2019). Práticas digitais móveis das pessoas idosas no Brasil: dados e reflexões. Panorama setorial da Internet, 11 (1)-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10609/135586-
dc.description.abstractNossa relação com as tecnologias digitais passa por mudanças no decorrer dos anos, mas isso não se deve apenas ao fato de elas estarem em constante transformação. Os usos que fazemos das tecnologias digitais também se adaptam aos contextos pessoais, interesses próprios, habilidades físicas e digitais (Chirumamilla, 2014). Por esses motivos, as práticas comunicativas digitais de pessoas idosas são diferentes daquelas de gerações mais jovens (Givskov, 2017; Rosales & Fernández-Ardèvol, 2016) e mudam ao longo das etapas da velhice (Fernández-Ardèvol, Sawchuk & Grenier, 2017). No entanto, sabemos muito pouco sobre isso. Em primeiro lugar, o interesse principal da indústria e da academia está voltado para crianças e adolescentes - definidores de grande parte das tendências digitais. Segundo, não há dados sobre a adoção e o uso das tecnologias digitais na velhice avançada, ou os dados sobre tal população não estão suficientemente desagregados (como observado em ITU, 2017). Por meio do trabalho realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), o Brasil se destaca na publicação de dados sobre os usos e a adoção das tecnologias digitais pela populaçã Idosa, sem limite máximo de idade para a coleta de dados. Contudo, os dados agregados se referem a uma única faixa etária: pessoas de 60 anos ou mais. Ao oferecer uma análise desagregada em dois recortes diferenciados - 60 a 74 anos e 75 anos ou mais -, este artigo contribui com uma caracterização mais detalhada dos usos digitais da população idosa. Trata-se de um diagnóstico de especial interesse, uma vez que, por um lado, a exclusão digital aumenta com a idade e, por outro, nossas sociedades estão envelhecendo.pt
dc.language.isopor-
dc.publisherPanorama setorial da Internet-
dc.relation.ispartofseriesPanorama setorial da Internet, 2019, 11 (1)-
dc.relation.urihttps://www.cetic.br/publicacao/ano-xi-n-1-praticas-digitais-moveis-pessoas-idosas/-
dc.rightsCC BY-NC-ND-
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/es/-
dc.subjectBrasilca
dc.subjectBrasiles
dc.subjectBrazilen
dc.subjectpolíticas digitaleses
dc.subjectpolítiques digitalsca
dc.subjectdigital policiesen
dc.subjectancianoses
dc.subjectanciansca
dc.subjectold peopleen
dc.subjecttecnologías digitaleses
dc.subjecttecnologies digitalsca
dc.subjectdigital technologiesen
dc.subject.lcshInformation technologyen
dc.titlePráticas digitais móveis das pessoas idosas no Brasil: dados e reflexões-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.subject.lemacTecnologia de la informacióca
dc.subject.lcshesTecnología de la informaciónes
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess-
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